Crítica do filme Xmen apocalipse

O filme, que é a continuação de “Dias de um Futuro Esquecido”, se passa no ano de 1983 e mostra a origem dos mutantes.

A trama começa mostrando Apocalipse o mais velho dos mutantes que surgiu no Egito Antigo, e o vilão tem o poder de reorganizar a estrutura do próprio corpo. Com o contato de tecnologia alienígena, o vilão consegue prolongar sua vida por milênios.

O começo do filme é imponente e interessante, após a revelação do Apocalipse com pompa egípcia, para justificar a parte religiosa da trama, em que uma época em que a mutação era vista como superioridade divina, para mostrar a transição dos anos até 1983 o filme faz uma abordagem muito interessante em uma espécie de máquina que mostra uma linha do tempo com os principais símbolos históricos marcantes até o ano que a história se passa.

Em 1983 cabe então ao Professor Xavier (James McAvoy), Fera (Nicholas Hoult) e Mística (Jennifer Lawrence) liderarem uma leva de jovens e inexperientes X-Men para salvarem o mundo da ameaça Apocalipse. Dentre os “novatos” estão Scott “Ciclope” Summers (Tye Sheridan), que recém descobriu seus dons mutantes e é trazido para a Escola Xavier por seu irmão, Alex (Lucas Till), um dos alunos originais; Jean Grey (Sophie Turner) que mesmo sem ter pleno controle sobre seus dons de telepatia e telecinese, já se mostra extremamente poderosa; Noturno (Kodi Smit-McPhee), que fora resgatado por Mística de arenas ilegais de luta na Alemanha Oriental; e Peter Maximoff (Evan Peters), o jovem velocista que ressurge buscando respostas sobre suas origens.

Toda a história que havia sido contada até ‘XMen: O Confronto Final’ é esquecida nesse novo filme que não consegue reintroduzir os personagens de uma maneira tão eficiente quanto na trilogia inicial.

O filme conta com um bom elenco, porém com a grande quantidade de personagens, em alguns momentos, algumas histórias se perdem no roteiro.

 

Nota: 7

 

Confira o trailer:

 

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