Um filme sensível e espiritualizado

Sofia (Letícia Braga) é uma garota de 7 anos que tem enfrentado problemas na escola, por não se interessar nas matérias ensinadas. Após se trancar em uma sala e pintá-la por completo, seu pai (Murilo Rosa) é chamado ao local. Meio afastado dela devido ao trabalho como jornalista, ele se reaproxima após o pedido da própria Sofia para que more com ele. Aos poucos, ele percebe que Sofia possui é não só uma criança bastante espontânea que se manifesta através da pintura, mas que também possui o dom de curar pessoas doentes.

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Segundo a parapsicologia, crianças índigo formam uma nova geração de seres mais evoluídos e sensíveis, cuja missão é alinhar o planeta e os humanos com o bem. A boa atuação de Letícia transmite isso de uma forma leve e natural, sua doçura e carisma enche de cor a tela. A escolha da atriz foi certeira para a produção.

O enredo, apesar do tema inovador e tão peculiar, é previsível e caminha de forma meio que novelístico. O tempo das cenas e as ações em si chega a ser cansativo e repetitivo e a trilha sonora deixou a desejar e não intensificou em nada os momentos mais importantes para o enredo.

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O elenco tem grandes nomes, marcados com boa atuação, porém a história caminha de forma tão lenta e leve que você espera a todo momento que os personagens façam algo, criem um clímax que não acontece.

Um filme sensível, bonito e ideal para quem gosta do tema espiritualidade. Excelente para ser trabalhado em palestras sobre crianças e o seu tempo de aprendizagem. Bom filme, mas como seriado seria sensacional.

Nota: 7,0

Trailer: