Quando uma série de assassinatos abala a rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio (Cauã Reymond) receberá a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla (Tatá Werneck) nas investigações. No entanto, a diferença de ritmo e a falta de química dos dois só atrapalhará a solução do caso.

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Sabe aquele filme que é mais do mesmo? Pois bem, o roteiro não inova e Tatá Werneck faz o papel de Tatá Werneck, como sempre, o que acho um desperdiço para o talento da atriz.

Há diversos tipos de comédias, porém infelizmente o cinema brasileiro explora, em sua grande maioria, a mesma. Com piadas ruins, forçadas e cenas muitas vezes vergonhosas de assistir de tanto exagero. Há quem goste, respeito.

Não posso negar que têm algumas cenas engraçadas e bem dirigidas, mas todo o potencial do elenco foi desperdiçado por um roteiro meia boca.

O destaque do filme fica pra Cauã, que poucas vezes mostrou seu lado cômico na carreira e, surpreendeu no filme. Seu personagem cativa e passa verdade e no fim você irá torcer pelo mocinho bobo do interior.

A produção de arte explorou de forma exagerada, o que é perfeito, as cores e texturas da pequena cidade do interior, o que fez aproximar ainda mais da realidade em que essas cidades vivem.

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Você irá rir, mas em poucas boas piadas e nas demais irá se questionar o porquê do desperdício de todo o potencial que o filme poderia ter.

Nota: 7,0

Trailer: