Resumo: Theodore Decker (Ansel Elgort) sobreviveu a um atentato terrorista em uma galeria de arte, mas perdeu sua mãe no local. Vivendo em Las Vegas, ele acaba ingressando em uma carreira perigosa e à margem da lei: a falsificação de obras.


Atores:
Apesar do grande elenco com nomes como Ansel Elgort, Nicole Kidman, Luke Wilson, Sarah Paulson e Finn Wolfhard, as atuações são medianas e nada que consagre nenhum ator para um personagem marcante na carreira. Ansel, confesso, ainda tem umas cenas impactantes e de boa atuação, porém não cativa o público.


Trilha sonora:
De segundo plano e marcada com músicas mais clássicas, nas quais não chamam atenção ou destacam as cenas. Ouso em dizer que é quase um filme mudo em relação a uma boa trilha.


Ritmo:
O filme é extremamente parado e cansativo, não há grandes climáx, tudo parece não sair do lugar, como uma série interminável de acontecimentos irrelevantes. São duas horas e meia que parecem uma eternidade.


Fotografia/arte:
Com uma paleta de cores mais fria, o longa segue com belas imagens e cores que combinam com o ar sombrio do enredo.


Vale a pena assistir?
O Pintassilgo é um filme para poucos, na qual dificilmente emplacará grande bilheterias e que dificilmente queira assistir novamente. Um filme alternativo para amantes de obras de arte. Caso não se enquadre nesse perfil, ficará decepcionado com ele.

Nota: 6,0.

Trailer: